Grau 13º – Cavaleiro do Real Arco
Grau de Comunicação
ARQUIVOS DE RESUMO
Senha: moabon
ESCOPO DO GRAU – RESUMO HISTÓRICO E MÍSTICO
A lenda deste penúltimo grau inefável, classificável como teísta judaico, comemora o descobrimento do nome irrevelado da Divindade, prendendo-se aos nove templos subterrâneos mandados construir por Henoc em Canaã, um debaixo do outro, cada um com seu arco de sustentação.
Explorando a secular proibição aos hebreus, de pronunciar o nome da Divindade, foi substituído este, frequentemente, onde quer que se o encontrasse, por “Adonai”. Este grau mostra que a liberdade é uma expressão fundamental do povo, devendo ser preservada e jamais confiada à guarda ou à vontade de um único ser humano.
A narrativa diz-nos que no último daqueles templos, cujo arco foi construído da mais dura rocha, Henoc colocou um cubo de ágata com uma placa triangular de ouro, contendo gravado o nome da Divindade, sobre um pedestal de alabastro claro. E, para ocultar aos olhos curiosos esta edificação, fez construir um pequeno templo, escondendo a entrada dos aposentos que estavam abaixo.
Posteriormente, Salomão escolhe este local para construir um novo edifício público e três OObr., seus auxiliares, encarregados de pesquisar o local para permitir o início das fundações, descobrem a entrada das abóbadas. Revelado o cubo de ágata e a placa de ouro com os carateres misteriosos, estes levam-na ao Rei Salomão, que, estando em conferência com Hiram, Rei de Tiro, percebe que os mesmos expressam o nome verdadeiro da Divindade, que estava perdido.
Esta é a origem do grau, pois Salomão, em regozijo com a descoberta confere aos três o título de Maçons do R. Arc. Consagrado à liberdade religiosa e à perfeita instrução do povo, considera-se por tais motivos que o espírito do Obr. elevado neste grau se desprende da matéria e se prepara para receber as mais sublimes revelações.
Compreender-se-á que seus trabalhos têm por objeto o aperfeiçoamento do povo por um profundo exame das noções que possuímos sobre a origem da Causa Primeira e a modificação que ensina o idealista, compatível com as necessidades de justiça e progresso.
Destaca-se do Ritual: a harmonização na maçonaria da honra e do dever.
TÍTULOS
|
T. V. P. |
– Salomão |
|
1.° VIG. |
– Hiram, Rei de Tiro |
|
2.° VIG. |
– Moabom |
|
G. DA L. |
– Abdamom |
|
SECR. |
– Johabem |
|
TES. |
– Jabullum |
|
CHANC. |
– Galaad |
|
HOSP. |
– Antares |
|
M.CCER. |
– Stolkin |
|
M.HARM. |
– Tallud |
|
1.° EXP. |
– Ben Gabel |
|
2.°EXP. |
– Eligam |
|
ARQ. |
– Zeomet |
|
G.DA T. |
– Zerbal. |
Nota: O 1º Vig. já trabalha, porém não é Adonhiram, que ainda não reapareceu no Templo. O Presidente recebe o tratamento de T. V. P. Gr. Mestr. O 1º Vig. é o Gr. Vig. e o 2º Vig. é o Gr. Inspet. Demais OOfic. recebem o tratamento de Gr. antes dos designativos dos seus cargos e os OObr. de Resp. Cav.
PAINEL DO GRAU
Não há.
INSTRUÇÕES PRELIMINARES
Não há.
PARAMENTOS
AVENTAL – Contendo aba branca, em seda ou material similar, debruado por fita púrpura, verso preto, cintos ou cordões pretos. No centro estará figurado um alçapão fechando uma abóbada.
ABETA – ABETA na cor púrpura, em seda ou material similar, verso preto, de formato triangular, debruada da mesma forma em preto e dourado, nada contendo no centro.
BARRETE – Preto, sem adornos, ladeado por uma fita amarela dourada.
COLAR – Também na cor púrpura, em seda ou material similar, verso preto, lançada do ombro direito para o quadril esquerdo, orlada em dourado, pendente do vértice a joia do grau.
JÓIA – Um triângulo dourado.


