Grau 4º – Mestre Secreto

Grau de Elevação

ARQUIVOS DE RESUMO

Senha: adonai

ESCOPO DO GRAU – RESUMO HISTÓRICO E MÍSTICO

O grau de Mestre Secreto constitui o primeiro passo na hierarquia filosófica do Rito Adonhiramita, prestando respeito às mais antigas tradições herméticas da nossa ilustre instituição desde o Rito de Heredom (que viria a dar origem ao Rito Escocês Antigo e Aceito).

Classificado como Bíblico-Judaico, o grau de Mestre Secreto conserva a respetiva liturgia na lenda de Adonhiram, na qual o candidato, uma vez introduzido no Santuário, viaja pelo Universo, sendo este tomado sobre uma base quaternária associada à manifestação da vida. De seguida, penetram profundamente no “Sanctus Sanctorum”, cumprindo assim mais uma etapa do seu progresso místico, o qual se completa com o vislumbre da Arca da Aliança e a posse da Chave de Marfim – elementos que lhe permitirão efetuar, finalmente, a quadratura do círculo.

Os fundamentos litúrgicos do grau assentam igualmente nas tarefas atribuídas por Salomão aos sete Príncipes de Jerusalém – mais dignos e sábios -, os quais, depois de concluído o Templo, foram nomeados para guardar o “Sanctus Sanctorum” e demais joias e objetos sagrados.

A honra da referida nomeação conferiu a denominação de Mestres Secretos aos guardiões e visou proteger o Templo dos invejosos, a fim de evitar a profanação ou eventual destruição dos objetos de culto sagrado. Posteriormente, com base no respetivo desempenho, os mesmos Obreiros foram sendo promovidos a graus superiores e devidamente substituídos. Assim, numa ótica filosófica, a doutrina subjacente ao grau ensina que os trabalhos desenvolvidos têm por objetivo demonstrar que uma consciência íntegra e equitativa é a nossa verdadeira meta, além de pretender evidenciar os limites da educação profana, a qual falseia os instintos sociais da honra, da virtude e da justiça. Por fim, pretende-se transmitir que o segredo, a subordinação e a fidelidade são indispensáveis para a consolidação da liberdade.

Desta forma, a ritualística do grau visa proporcionar a criação de uma base adequada ao progresso na hierarquia, sobretudo no que respeita aos graus capitulares. Compreender-se-á que o objetivo da busca pelo Mestre Secreto nas profundezas do túmulo de Adonhiram é o Coração (Mundo Interior), enquanto representação do espírito e que para obter sucesso nesta tarefa torna-se necessária a aplicação do pensamento e das respetivas sublimidades metafísicas como a meditação, a intuição, a concentração e a imaginação.

Considerado como um prolongamento do mestrado e necessariamente marcado pela incontornável conotação bíblico-lendária, as bases doutrinárias deste grau convidam à dedicação ao sigilo e ao segredo. Nele, ao chorar-se a morte de Adonhiram, cujos assassinos estão ainda desaparecidos, fica evidente que só há um Vigilante a trabalhar.

Uma vez que este grau é o primeiro da hierarquia dos Altos Graus da Maçonaria Adonhiramita, iniciando o conjunto que se denomina por “Graus de Perfeição” ou, ainda, noutra terminologia, por “Graus Inefáveis” (devido às alusões aos Nomes Divinos), os seus Obreiros estão sob o comando de uma Grande e Augusta Loja de Perfeição (Maçonaria Encarnada), tal como determinam as antigas disposições litúrgicas e legais. A Grande e Augusta Loja de Perfeição compreende os graus seguintes, tal como conferidos pela respetiva Segunda Classe:

04 – Mestre Secreto
05 – Antigo Maçom ou Mestre Perfeito
06 – Preboste e Juiz
07 – Primeiro Eleito ou Eleito dos Nove
08 – Segundo Eleito ou Eleito de Pérignan
09 – Terceiro Eleito ou Eleito dos Quinze
10 – Aprendiz Escocês ou Pequeno Arquiteto
11 – Companheiro Escocês ou Grande Arquiteto
12 – Mestre Escocês ou Grão-Mestre Arquiteto
13 – Cavaleiro do Real Arco
14 – Grande Eleito ou Perfeito e Sublime Maçom

Segundo as disposições doutrinárias, os graus desta estrutura são classificados como Bíblicos, Lendários, Judaicos e Cavalheirescos, sendo de observar que os Obreiros em cargo têm as denominações e atribuições conferidas por este ritual, razão pela qual que deverão seguir os procedimentos gerais inscritos no Regimento Interno da Loja de Perfeição.

Os graus 4, 7, 12 e 14 são conferidos por iniciação e possuem um Ritual próprio; os restantes são conferidos por comunicação.

TÍTULOS

Embora represente o Templo de Salomão, a Loja não possui qualquer denominação especial, sendo apenas chamada CÂMARA ou CONSELHO. Assim, o respectivo Presidente, representado pelo soberano, terá o tratamento ritualístico de T∴V∴P∴, ou de “Poderosíssimo Mestre”, usando um   cetro azul e dourado (nas sessões ordinárias) ou um malhete com um laço preto e uma espada flamejante (nas de recepção).

O Inspetor-Geral das Obras – Hiram, Rei de Tiro – receberá o tratamento de Poderoso, e o 2º Vigilante – Moabom – o de Venerável. Como já foi devidamente referido, Adonhiram não trabalha neste grau, ao passo que o 1º Experto trabalhará normalmente, na Sala dos Passos Perdidos.

Os demais Oficiais e Membros do Quadro receberão o tratamento de Secretos IIr∴, seguido do respectivo cargo, além das denominações ritualísticas abaixo indicadas, se for o caso:

PAINEL DO GRAU

O Painel do grau 4 de uma Grande e Augusta Loja de Perfeição da Maçonaria Adonhiramita apresenta símbolos significativos da liturgia empregue nos trabalhos deste patamar iniciático. Primeiro, como elemento relevante da imagem, é de notar uma representação do túmulo de Adonhiram, onde o Coração Místico é adorado por dois anjos: é este o objeto central de veneração do grau, isto é, a transladação do coração de Adonhiram – o Senhor da Vida Elevada – do sepulcro das considerações materiais para o altar das mais elevadas aspirações humanas.

Um pouco mais abaixo, na parte inferior do painel, vê-se uma coroa de Louro e de Oliveira de cor verde. A coroa simboliza a vida manifestada pela natureza. A mesma coroa, além de abraçar o foco principal deste grau, guarda a chave de marfim – símbolo de fidelidade e de prudência, da discrição e do segredo – com que se abre a urna de ouro. Daí estar rodeada pela esfinge tetramorfa contendo as inscrições “scire, velle, audere, tacere” (do latim: saber, querer, ousar e calar).

Em posição central, na parte superior do Painel, está uma estrela vermelha com o hieróglifo egípcio do Olho Divino, símbolo especialíssimo da unidade do Ser e da Vida, bem como da visão criadora que expressa e manifesta a Luz Interior: a Luz verdadeira que ilumina todo o homem que vem a este mundo. Trata-se naturalmente da representação do ponto central divino, que na imagem se conserva omnipresente, omnisciente e omnipotente.

Do lado esquerdo do painel vemos a árvore da vida (Sephiroth), elemento fundamental da narrativa cabalística e que consubstancia um bom resumo da filosofia iniciática numérica. Em posição diametralmente oposta, do lado direito, pode ver-se a tetractys pitagórica, figura triangular que pretende, também ela, evidenciar um misticismo numérico importante. Há que saber que para progredir na compreensão particular do Universo é esperado que o Mestre Secreto conheça o significado dos quatro primeiros números: a Unidade, a Dualidade, o Ternário e o Quaternário.

Por baixo da tetractys vislumbram-se as Tábuas da Lei contidas na Arca da Aliança e que simbolizam, naturalmente, os compromissos a assumir pelo Homem perante o G.A.D.U. falamos dos Dez Mandamentos: quatro, a cumprir pelo Homem para com a própria divindade; e seis, a cumprir por aquele para com os seus semelhantes.

Já por baixo da árvore da vida pode ver-se a Urna de Maná. Significativamente, a Urna de Maná (bem como a Vara de Aarão, que não se vislumbra no Painel do Grau) conserva-se ritualisticamente dentro da Arca da Aliança, enquanto símbolo conhecido da graça e do poder derivados do cumprimento daquelas Leis supremas, fontes únicas de fé, esperança e caridade.

Os demais elementos são bem conhecidos: as luminárias celestes principais, o Sol e a Lua, que são presença obrigatória em todas os painéis da Maçonaria Adonhiramita, e as duas Colunas – uma vermelha, a outra negra – símbolos misteriosos que nos trazem à memória as que foram mandadas erigir pelo Rei Salomão para recordar aos filhos de Israel a feliz libertação dos respetivos antepassados da escravidão egípcia, e em comemoração pelos maravilhosos pilares do fogo e da nuvem.

Detendo-nos um pouco mais nestes símbolos, lembremo-nos que, em Loja, o Sol corresponde ao Orador (Abdamom) e a Lua ao Secretário (Johabem). É assim porque aquele ilumina este último, cuja função é registar. Observemos que a Lua é representada no seu quarto crescente, cercada por sete círculos e sete estrelas das Plêiades, lembrando ao Maçom o dever de aumentar os conhecimentos que recebe. Tal como as duas colunas do Templo, estes astros representam os polos ativo e passivo, o dia e a noite, os aspectos masculino e feminino da Divindade, manifestados no Universo. O Sol representará a razão que ilumina a Inteligência, ao passo que a Lua será símbolo da Imaginação que reveste toda e qualquer ideia.

Finalmente, na parte superior, vê-se o principal símbolo, que é, na realidade, o próprio emblema do grau: o Delta Luminoso, contendo um círculo Infinito, em cujo centro está a décima letra hebraica Iod, a qual circunda o conjunto por uma espécie de coroa de nuvens que também abarca o Olho Divino, mais abaixo, formando um conjunto único – conjunto, este, que requer especial atenção e estudo por parte do Mestre Secreto.

INSTRUÇÕES PRELIMINARES

T.V.P.(!) Meu(s) Secreto(s) I(I)r., hoje inicia-se o vosso longo período de aprendizagem na Filosofia Adonhiramita. Juntos iremos estudar a ciência Maçónica, de tal forma que vos seja possível reconstituir muitos dos segredos da nossa Venerável Ordem.

Iremos, gradualmente, procurar interpretar não apenas os efeitos externos da simbologia e alegorias que vos cercam, como também fornecer os subsídios para a vossa investigação das causas mais profundas, de cunho mais filosófico e espiritual.

Tentaremos, portanto, trazer à luz as milenares adaptações da cabala hebraica, bem como as tradições gnósticas, mais ou menos modificadas pelos Cavaleiros Templários.

2º VIG.(!) Como em breve percebereis, as Leis Iniciáticas recomendam a passagem por 7 iniciações com vista à ascensão plena.

Assim, aprendereis, nomeadamente, que para que um Mestre Perdido possa chegar a Mestre Secreto ele terá de procurar no túmulo de Adonhiram – qual  Grande Mestre, ou Sol espiritual – um coração escondido.

Para consegui-lo, o Mestre Secreto terá de aprender a entrar no coração pelo pensamento, recorrendo às suas mais diversas modalidades: intuição, meditação, concentração e imaginação.

ORAD. – As nossas Instituições têm por objeto fornecer-vos ensinamentos práticos e facilmente acessíveis à vossa compreensão. São, por isso, graduadas de modo a que vos eleveis aos poucos até ao mais alto desenvolvimento mental e psíquico.

Ao iniciardes os estudos e práticas que vão sendo indicados, fatalmente surgirão grandes e inúmeros obstáculos e empecilhos. Uns e outros desaparecerão, porém, se fechardes os ouvidos às insinuações do vosso interior.

De fato, esta parte do ser, que é o vosso subconsciente, procurará implantar-vos na mente ideias de dificuldade e fracasso, fazendo-as manifestar na vossa vida pela força do pensamento.

SECR. – Seja qual for o obstáculo que surgir, devereis vencê-lo com toda a energia e força de vontade de que fordes capazes. Lembrai-vos, constantemente, que vos prepareis para vos tornardes senhor das sublimes verdades da vida que se acham ocultas aos que não têm senão vontade firme e forte.

Recordai-vos sempre que vos preparais para ser Mestre Grande Eleito, ou Perfeito e Sublime Maçom, Mestre do saber perfeito, atributo vedado aos que não querem abrir os olhos à luz.

Jamais deixeis, portanto, de atender carinhosamente a quem vos solicitar esclarecimentos sobre o caminho que conduz à Luz.

TES. – A princípio, será tudo o que podeis fazer, pois os poderes internos de que dispondes ainda se acham em estado latente. São como a semente que espera ser lançada à terra para começar o seu crescimento. Os poderes do espírito são como as flores que desabrocham: estas, fazem-no pela excitação dos raios solares; aqueles, fazem-no pela influência da luz intelectual e divina.

Despertai, pois os vossos poderes internos e dai-lhes os meios de se manifestarem, se quiserdes apreciar o mínimo das forças que estão à vossa disposição.

Se fordes fiel(eis) aos ensinamentos que recebereis no decorrer das instruções e se fordes convicto(s) e persistente(s) praticante(s), pouco a pouco os vossos sofrimentos, quer físicos, quer morais, ir-se-ão eliminando; os vossos obstáculos irão desaparecendo, como que por encanto.

CHANC. – Lembrai-vos, sempre, deste grande princípio: que dependeis, invariavelmente, dos vossos próprios esforços e das faculdades espirituais que residem embrionariamente em vós, podendo razoavelmente ser considerado morto todo aquele cujas faculdades espirituais não estejam conscientemente despertadas.

A este despertar dos poderes espirituais chama o Divino Mestre, Jesus, de “segundo nascimento”; na Índia, o iniciado que conseguia a libertação completa das forças internas tomava o nome de Dwidja,  isto  é,  duas  vezes  nascido;  já  no antigo Egito, o mesmo iniciado tomava o nome de “Escriba das duas vidas”.

Desenvolvei, pois, as vossas faculdades latentes, para poderdes alcançar o conhecimento total e a faculdade de despertar as forças dos vossos Irmãos e de tudo o que vos rodeia.

T.V.P.(!) A primeira coisa que deveis fazer é combater, com todas as vossas forças, as tendências animalescas que em todos nós se manifestam. Extrair dessas tendências a maior quantidade possível de energia, aplicando o que for preciso às necessidades da vida e armazenando o resto na intimidade do vosso ser, para empregá-lo quando for necessário. Desta forma, a mente e o corpo ficarão intimamente ligados com a alma.

Deveis lembrar-vos que, no estudo das verdades ocultas, cada facto apresenta suas dificuldades. Porém, uma vez vencidas estas, ficareis senhor do facto em questão, podendo produzi-lo a vosso belo prazer.

Os obstáculos que mais vos podem embaraçar são as necessidades da vossa vida material e os imperativos dos vossos deveres sociais, os quais vos impedem a dedicação completa ao vosso desenvolvimento espiritual.

Contudo, se vos entregardes com tenacidade e perseverança ao cultivo das vossas faculdades, chegareis, certamente, a conquistar o poder maravilhoso de que dispunham os antigos magos.

2º VIG.(!) Vivei em harmonia com as forças espirituais, observando cuidadosamente as suas leis, se vos quiserdes tornar num centro de irradiação das energias benignas. Assim, não só trabalhareis em vosso próprio benefício, mas também dos vossos AAm IIr espalhados por todo o Orbe terrestre.

Não vos impressioneis com as vicissitudes da vida. Elas são sempre para o vosso maior bem. Tende confiança nas energias latentes.

Se a vossa situação de vida não for das melhores, olhai para a multidão dos que se acham em condições piores e que lutam contra circunstâncias mais desagradáveis. Este pensamento far-vos-á apreciar melhor a vossa situação e aliviará sofrimentos.

ORAD. – Tende cuidado para não desperdiçardes as vossas forças, pondo em dúvida a vossa capacidade de aproveitá-las.

A dúvida atrasará o vosso progresso e dificultará a obtenção do fim que tiverdes em vista, pois torna intermitente a emissão das vossas forças mentais e desvia, em grande parte, as suas correntes. Portanto, não duvideis por um só momento.

Lembrai-vos também que, com as forças que a dúvida vos fará perder, vós podereis auxiliar milhares de seres, bem mais necessitados do que vós. Lutai com energia contra as tempestades da vida e lembrai-vos sempre do seguinte:

As condições da nossa vida presente, têm íntima relação com a existência passada; os nossos pensamentos e desejos atuais virão a realizar-se, em grande parte, numa existência futura. Devemos, por conseguinte, aperfeiçoar-nos pela regeneração individual e coletiva, para alcançarmos melhores condições na nossa existência futura.

Jamais olvideis que, dentro de nós, existe um templo sacratíssimo, de cuja fonte pode brotar a vida eterna e o rejuvenescimento do organismo já gasto.

SECR. – Como vereis, apresentaremos as vossas instruções de modo a ensinar-vos, gradualmente, a doutrina esotérica dos graus de perfeição, onde o número sete terá um importante significado, denotando os planos e os princípios da Natureza, as forças cósmicas nas suas sete divisões ou manifestações criadoras, bem como as sete iniciações, …

Por conseguinte, nas vossas instruções deste grau 4 acompanharemos bem de perto a Natureza, a qual não é outra coisa senão a expressão das leis estabelecidas pelo Criador.

T.V.P.(!) Secreto(s) I(I)r estudai e meditai sobre os ensinamentos desta instrução, pondo-os, em seguida, em prática nas vossas vidas, e vereis que a vossa existência terrestre tornar-se-á um jardim de perfumadas flores e deliciosos frutos. Que a harmonia, a paz e a concórdia sejam a insígnia sagrada das vossas vidas e da vossa felicidade.

T.V.P.(!) Está encerrada a instrução preliminar do grau.

PARAMENTOS

AVENTAL – Avental de aba branca em seda ou material similar, de verso preto, ornado por uma fita, cintos ou cordões pretos. Do lado interno da fita um cordão dourado circundará todo o perímetro da aba, que contém no centro a letra “Z” preta e guarnecida por ramos verdes de Oliveira à direita e de Louro à esquerda, formando uma coroa por fechar.

ABETA – Branca, também em seda ou material similar, de verso preto, formato triangular, ornada da mesma forma em preto e dourado, contendo ao centro o “Olho que tudo vê”, radiante, em fundo verde.

BARRETE – Preto, sem adornos, ladeado por uma fita amarela dourada.

COLAR – Azul-celeste em seda ou material similar, de verso preto, orlado em preto, apresentando no vértice uma roseta azul e tendo na ponta a Joia do Grau dourada, a Chave de Marfim com a letra “Z” gravada numa das suas faces e inserida num circulo vazado dourado.

JÓIA – Dourada, a Chave de Marfim com a letra “Z” gravada numa das suas faces e inserida num circulo vazado dourado.

APLICATIVO SCAB

Acesse a Biblioteca, Instruções e Videoinstruções do Grau no Aplicativo do SCAB (Supremo Conselho Adonhiramita do Brasil).

Senha do Grau 4: ziza